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O que São Cupins?

Os cupins são também conhecidos por térmitas, formigas brancas (operários), siriris ou aleluias (alados reprodutores). São insetos da ordem Isoptera (iso = igual; ptera = asas).

Atualmente, existem cerca de 2.800 espécies de cupins identificadas, distribuídas principalmente em regiões tropicais e subtropicais, com algumas espécies em lugares de clima temperado e outras em regiões desérticas.

Os cupins se alimentam de materiais celulósicos e ligno celulósicos como: madeira viva (árvores), madeira morta (em diferentes estágios de decomposição), gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc.

A digestão da celulose é feita com auxílio de micro organismos simbiontes intestinais: bactérias, fungos ou flagelados. As espécies que causam danos à madeira são principalmente das famílias Kalotermitidae e Rhinotermidae.

O número de espécies importantes é relativamente pequeno, mas estas espécies tendem a apresentar distribuição ampla. Sua expansão é facilitada pelo transporte de madeira pelo homem de uma região para outra e pelas condições favoráveis encontradas em cidades.

A falta de conhecimento do comportamento e da biologia de cupins é um dos fatores que mais prejudica o seu controle pelo menos de maneira satisfatória, Hidro Pragas Bonsai Descupinizadora Técnica.

O conhecimento dos cupins pragas urbanas ainda é muito deficiente em nosso país e até hoje, apesar de novas pesquisas, pode ser considerado insuficiente.

É interessante frisar, neste momento, Porque que o uso de alguns produtos de controle de cupins é restrito a entidades especializadas e, mesmo produtos de venda livre devem ser manipulados com segurança, por profissionais que conheçam o seu ofício, a Hidro Pragas  Descupinizadora e Profissional no combate aos terríveis cupins.

O cupim (no Brasil), térmite ou térmita (em Portugal), muchém (em Moçambique) ou salalé (em Angola), ou ainda, formiga-branca, é um inseto eusocial da ordem Isoptera, que contém cerca de 2.800 espécies catalogadas no mundo.

Esses insetos são mais conhecidos por sua importância econômica como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda pragas agrícolas, entretanto, apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupins estão registradas como tal.

Em número de espécies, a ordem Isóptera deve ser considerada intermediária entre os insetos, já em termos de biomassa e abundância, os cupins apresentam enorme significância e podem ser comparados às formigas, minhocas, mamíferos herbívoros das savanas africanas ou seres humanos, por exemplo, estão entre os mais abundantes invertebrados de solo de ecossistemas tropicais.

Esta grande abundância dos cupins nos ecossistemas, aliada à existência de diferentes simbiontes, confere a estes insetos a possibilidade de desempenhar papéis como o de “super decompositores” e auxiliares no balanço Carbono-Nitrogênio.

Mais espécies de cupins podem ser encontradas num único hectare de floresta ou savanas tropicais do que em toda a América do Norte e Europa juntas. Cupins podem chegar facilmente ao nono andar de um prédio.

Colônia de Cupins 

Dejeto de cupim ao canto de uma mesa de madeira.

Todos os cupins são eu-social, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia.

Existem reprodutores secundários (neotênicos, formados a partir de ninfas cujos órgãos sexuais amadurecem sem que o desenvolvimento geral se complete), que podem substituir rei e rainha quando esses morrem, e às vezes ocorrem em grande número numa mesma colônia

Existem também cupins desprovidos de soldados, como é o caso de todos os representantes neotropicais da subfamília Apicotermitinae. Alguns cupins possuem dois ou três tipos de soldados, sempre de tamanhos diferentes, e às vezes morfologicamente tão distintos que poderiam passar por espécies diferentes.

A dispersão e fundação de novas colônias geralmente ocorre, num determinado período do ano, coincidindo com o início da estação chuvosa. Nessa época ocorrem as revoadas de alados (chamados popularmente de siriris ou aleluias), dos quais alguns poucos conseguem se acasalar e fundar uma nova colônia.

MÉTODO DE CONTROLE DA HIDRO PRAGAS DESCUPINIZADORA

É interessante frisar, neste momento, que os dados apresentados a seguir visam orientar o consumidor para que possa estar ciente do problema que está enfrentando.

O uso de alguns produtos para o controle de cupins é restrito a entidades especializadas e, mesmo produtos de venda livre devem ser manipulados com segurança As principais estratégias de controle de cupins serão apresentadas a seguir.

Por profissionais que conheçam o seu ofício. Recomendamos que, após compreendido o tipo de tratamento que será necessário fazer, seja solicitado um orçamento, para controle de uma empresa especializada no controle de pragas urbanas.

O ponto mais importante na contratação de uma empresa profissional é a certeza de estarem utilizando as ferramentas corretas para fazer o controle, com toda a segurança para os moradores ou frequentadores da estrutura tratada e os termos de garantia de controle, onde a eficiência dos produtos e a segurança do ser humano são tratadas com responsabilidade.

CONTROLE DE CUPINS EM ÁREAS URBANAS SAIBA COMO ELIMINA-LAS

Os problemas com cupins vêm crescendo e causando prejuízos cada vez maiores em diversas áreas urbanas no Brasil e no mundo.
Provavelmente o impacto ambiental provocado pelo processo de urbanização e a alta plasticidade biológica dos cupins tem contribuindo para este aumento.

Controle de Cupim é, certamente, um dos mais difíceis desafios técnicos enfrentados pelos profissionais de controle de pragas do mundo inteiro.

O sucesso no controle de qualquer praga (e, em especial, dos cupins) depende diretamente do nível de conhecimento sobre a biologia e comportamento das espécies alvo e da correta interpretação das diversas variáveis que intervém em cada situação.

Não existem receitas simples ou fórmulas milagrosas para o controle de cupins. As interações entre as populações destes insetos e as edificações atacadas podem ser bastante complexas.

Isto exige do profissional não somente conhecimento de biologia, mas também de construção civil, além de alguns anos de vivência de campo.

A amplitude e complexidade dos problemas com cupins exigem que o trabalho de controle seja desenvolvido de forma rigorosa, cumprindo um conjunto de etapas que nos permitam compreender o problema e planejar as ações necessárias para reverter a situação.

Somente depois sabermos o que (e por quê) devemos fazer, é que podemos executar as intervenções necessárias.

O primeiro passo para controlar uma infestação é a execução de uma boa inspeção visando:

a) encontrar indícios de atividades de cupins;

b) coletar exemplares que permitam identificar os insetos ou detectar sinais que permitam identificar o grupo de insetos responsável pelo problema.

c) reconhecer as estruturas atacadas, determinar a extensão da infestação e obter outras informações acerca da edificação.
De posse das informações levantadas durante a inspeção e cruzando estas informações com aquelas relativas à biologia da espécie infestante, podemos imaginar como a população que estamos querendo controlar está interagindo com a edificação.

Podemos, então, estabelecer que grandes movimentos será necessário para romper esta interação. A isto chamamos de elaboração da estratégia.

Elaborar a estratégia é analisar como o adversário se comporta e estabelecer meios de contra-atacar.

Em seguida é necessário detalhar as diferentes formas de intervenção que são necessárias para implementar a estratégia definida anteriormente.

A este procedimento chamamos de definição das táticas. Para tanto é necessário refletir sobre;

a) Que tipos de elementos precisam ser tratados;

b) Em que locais os tratamentos devem ser efetuados;

c) Qual a extensão de cada tratamento necessário.

Como o tratamento será conduzido (formas de aplicação, produtos e solventes a serem utilizados em cada situação).

CONTROLE DE CUPIM SUBTERRÂNEO

Como vimos anteriormente, cupins subterrâneos necessitam de umidade para sobreviver e por causa disto colônias são geralmente encontradas no solo.

Os operários deixam a colônia em busca de alimentos (celulose) retornando à colônia para alimentar outras castas (soldados, reprodutores alados, rei e rainha) e em busca de umidade.

A necessidade de umidade é uma característica que pode, assim, ser utilizada para ajudar no controle destes insetos.

Por outro lado, locais onde pisos de madeira ou outras estruturas de madeira encontram em contato constante com o solo úmido, provêem fácil acesso entre o local da colônia e a fonte de alimento.

Alterações mecânicas, incluindo eliminação de pontos de contato da madeira com o solo, substituição de madeira ou objetos atacados, remoção de restos de celulose e redução do excesso de umidade na estrutura podem também ajudar no controle de infestações de cupins.

Aplicações no Interior da Estrutura 

Para se atingir o outro lado da fundação, é necessário tratar o solo abaixo da estrutura, injetando-se o produto através do piso de cimento, no interior da estrutura.

O tratamento de solo no interior da estrutura só é possível com o estabelecimento de furos verticais através do cimento próximo às paredes estruturais.

O tratamento apropriado de estrutura de cimento envolve a aplicação da solução cupinicida em áreas onde os cupins podem entrar na estrutura através do cimento, através de juntas de expansão, falhas no cimento e aberturas através de encanamentos de água ou elétricos.

Nestes casos, a solução de calda cupinicida é também aplicada a cada 30 cm de profundidade da sapata.

As perfurações são usualmente feitas de 30 a 45 cm de distância uma das outras, dependendo do tipo de solo e grau de compactação e a cerca de 15 cm das paredes estruturais.

O tratamento do interior de construções com estrutura de cimento envolve riscos específicos por causa da presença de encanamentos que podem atravessar o piso, tanto de gás, quanto de água ou até mesmo tubulações elétricas.

Estas tubulações podem ser danificadas por ocasião da perfuração do piso para a aplicação do produto.

A necessidade de furos em toda a estrutura é um trabalho intensivo e muitas vezes de difícil orçamento o que faz com que, muitas vezes, a empresa responsável não o considere como parte do tratamento de cupins subterrâneos.

Este procedimento pode levar a um tratamento incompleto e posterior reincidência do ataque de cupins naquela estrutura. Assegurar-se que a empresa fará um tratamento correto da estrutura é imprescindível para o efetivo controle deste cupim, assim como selecionar uma empresa devidamente capacitada para a realização deste serviço.

Tratamento

No caso de cupins de madeira seca, sugerimos o tratamento direto da madeira atacada, procurando injetar o cupinicida nas galerias que formam o ninho do cupim que, como vimos encontra-se restrito à peça atacada. O tratamento, neste caso, é efetivo para o controle da infestação.

No caso de cupins subterrâneos, a colônia encontra-se fora do local de ataque. Desta maneira o tratamento da peça atacada não é suficiente para controlar a infestação, pois os cupins simplesmente podem passar a atacar outro local ainda não tratado.

Desta maneira, duas alternativas podem ser adotadas: o uso de uma barreira química ao redor da estrutura e o uso de iscas colocadas no solo.

A barreira química nada mais é do que o tratamento do solo imediatamente adjacente à estrutura com o objetivo de evitar com que o cupim encontre frestas de acesso à mesma, havendo necessidade de ser tratar tanto o solo abaixo da estrutura (interior) quanto ao solo ao seu redor (exterior), próximos à fundação da estrutura.

As intervenções necessárias para se fazer este tratamento em estruturas envolvem um trabalho intensivo, apresentando muitas vezes necessidade de se furarem pisos e paredes.

Desta maneira, as melhores oportunidades para se tratar cupins aparecem durante as reformas de imóveis, quando têm-se maior liberdade para realizarem-se as intervenções necessárias.

Outra oportunidade a ser considerada é tratar o solo antes do imóvel ser construído, prevenindo-se assim futuros ataques.
Invasão de cupins pelo solo.

Os cupins vêem em direção as edificações por meio do solo, a rainha pode encontrar-se no local, como também a uma distancia de 300 metros a um ângulo de 360º, sua proliferação diária pode chegar de 3.000 a 25.000 soldados operários ao dia a procura do alimento (celulose).

Estes operários invadem casas e edifícios através de rachaduras, redes hidráulicas e elétrica, devorando móveis, assoalhos, livros, capas de cabos elétricos, etc.

Quando o morador detecta o problema, significa que a infestação já atingiu graus alarmantes, não adiantando uma aplicação superficial, pois não iria eliminar o restante da colônia, apenas alguns operários e fazer com que os cupins migram de um ponto ao outro.

Prestamos serviços com qualidade e eficiência, adequando a necessidade de cada cliente e situação.

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